Com Joice Lima e Paulo Alfrino Borba
Joice Lima interpreta a mulher solitária, que passa os domingos no café do parque, “esperando o inesperado”. Um dia, o “inesperado” chega, acompanhado de uma linda garotinha de seis anos. Desesperada por encontrar alguém que preencha o vazio dos seus dias, a húngara revolucionária de 1956, refugiada política nos Estados Unidos, acaba sendo vítima de um espertalhão.
A interpretação neste esquete deu a Joice o prêmio de melhor atriz no 2º Festival de Esquetes de São Leopoldo, ocorrido em dezembro de 2009. O texto do italiano Mario Fratti foi traduzido para português e adaptado por Joice, a partir de uma versão em espanhol de Enrique Guitart. O texto foi montado por ela, pela primeira vez, em Madri, em espanhol, em 1994, na época em que fazia um curso de teatro na capital espanhola. Em 1995, apresentou em português, pela primeira vez, no Café Aurora, no bairro Bela vista de São Paulo.
O esquete tragicômico foi retomado em 2009 e integrou a terceira edição do Encontro de Teatro de Pelotas, além de também ter sido apresentado na Casa do Joquim, porém em espanhol. A peça de 25 minutos de duração ganhou um brilho especial com o violino tocado ao vivo pelo músico Paulo Alfrino Borba. O figurino foi criado por Roberto Neves e confeccionado por Ronilda Lima, mãe da atriz. Em 1995, em São Paulo, o esquete tinha sido dirigido por Roberto Neves. Em 2009, Joice se autodirigiu, levando em conta importantes "pitacos" dos diretores Flávio Dornelles, de Pelotas, e Camilo de Lélis, de Porto Alegre.


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